História da língua chinesa
A maioria dos lingüisticos classificam todas as variantes do chinês como parte da fanilia lingüística sinotibetana e consideram que foi uma língua original, a que denominam proto-sinotibetana, similar a proto-indoeuropeia, e da que descende as línguas siníticas e as tibeto-burmanas. As relações entre o chinês e outras línguas sinotibetanas não estam ainda claras e são objetos de estudo, em um entento de reconstruir as línguas proto-sinotibetanas. Bernhard Karlgren é o lingüistico suéco que realizou um dos primeiros sistemas classificatórios ao que seguem várias revisões .Chinês no passado
O chinês antigo, o chinês arcaico foi a língua comum durante a primeira metade da dinastia Zhou, desde s.XXI até o s.VII a.C, textos inscritos em artefatos de bronze, a poesia de Shijing, a história de Shujing e extratos de eijing (I Ching). Os elementos fonéticos que se encontraram na maioria dos caracteres chinêses, porporcionaram sinais a fonética antiga do chinês. O chinês antigo não era totalmente inflexivel. Tinha um sistema de fonemas muito rico, no que a aspiração ou a respiração forte, distinguia as consoantes. A reconstrucção do chinês arcaico la começaram os filósofos da dinastia de Qing.A língua que se usou durante as dinastias de Sui, Tang e Song foi o chinês meio, desde o s.VII até o s.XX a.C.Poderianos dividir este periodo em duss partes, um perido recente, que se refere a tabela de rimas de Qieyun (601 a.C.) e um periodo tardío no s.XX que reflete a tabela de rimas de Guangyun.
O chinês de hoje
A maioria dos chinêses que vivem no norte da China, em Sichuan e na zona que vai desde o nordeste (Manchuria) até o sudeste (Yunnan), falam vários dialétos do mandarín como língua própria. O predominio do mandarín no norte da China é uma razão puramente geográfica, sobre tudo quando falamos das planicies da China do norte. Pelo contrário, as montanhas e os rios do sul fomentaram a diversidade lingüística. A presença do mandarín em Sichuan se deve a uma praga no século XII. esta praga, que pode estar relacionada com a peste negra, despovoou a área, o que levou a um repovoamento tardío da zona norte da China.Até mediados do século XX, a maioria dos chinêses que vivíam no sul da China não falavam nada de mandarín. não o bastante, e a pesar da mistura dos oficiais e o povo que falava dialétos chinêses diferentes, o mandarín nanjing foi o dialéto dominante durante o Império Qing. Desde o século XVII, o Império estabeleceu uma série de academias ortográficas (zhengyin shuyuan) em um entento de criar uma pronunciação que se ajustasse ao beijing standard (Beijing era a capital de Qing), mas estes ententos não tiveram muito êxito. Durante os últimos 50 anos de dinastía Qing, a finais do s.XIX, o mandarín nanjing standard se recolocou pelo mandarín beijing na corte. Para o povo mais simples não existía um mandarín standard único e se falavam diferentes variedades do mandarín. Os chinêses do sul seguiram falando seus dialétos regionais em seu dia a dia. Tudo isto fez com que o mandarín beijing standard estivesse muito limitado.
Esta situação
mudou com a criação
do sistema de educação
primaria preparado para ensinar mandarín, tanto na RPC como em ROC. O resultado deste sistema é que o mandarín se fala fluidamente no continente chinês e em Taiwán. Em Hong Kong o mandarín está tomando muita força, ainda que a língua formal e de educação
segue sendo o cantonês.





